Um dia, uma amiga me aprendeu que nem sempre aprender pertence a quem ensina.
No neologismo da vida, a palavras têm sentidos semânticos distintos das regras gramaticais que o rebanho tem que entender.
No vai e vem do tempo, aprendeu eu, que apreender não me levaria a nada. Deixei então, o vento levar meu balão.
Algumas vezes preciso pousar em terras desconhecidas. Isso, necessário é para colher frutos e ramificar meus galhos. Assim, o que de belo há dentro da raiz será o suficiente para me nutrir.
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